Vaga de vice-governador vai ficando distante de Vidigal Jr.

Ao que tudo indica, filho do ex-prefeito da Serra deve mesmo ser candidato a deputado federal 

Por Charles Manga - Redação Ativa ES
Embora ainda haja integrantes do governo que defendam Serginho Vidigal (Pode) como vice de Ricardo Ferraço (MDB) neste ano, a possibilidade tem se tornado cada vez mais remota, segundo o próprio Serginho.
 “No próximo dia 4 de julho vou sair do hospital para tocar a précampanha. Temos cumprido diversas agendas na Serra e em outras cidades ao lado de Ricardo e Casagrande (PSB). Hoje, o grupo entende que a cidade precisa de um deputado federal alinhado à gestão. É importante termos candidato”. Serginho também voltou a comentar a possibilidade de seu pai, Sergio Vidigal (PDT), ser o nome para vice-governador.
“O nome dele segue à disposição, e ele tem ouvido o grupo também. Mas ele entende que ainda não é o momento de discutir a vice”, disse. Uma avaliação, porém, é unânime no grupo do Palácio: Ricardo e aliados precisam acertar na escolha de quem vai compor a chapa. 
Voto contra vereadores Os vereadores que integram o G-16 em Vitória, grupo que defende a eleição de Dalto Neves (Solidariedade) para a presidência da Câmara e a realização do pleito já em agosto, tiveram um recurso negado pelo ministro do Supremo Gilmar Mendes. 
O magistrado manteve a decisão que determina que a eleição ocorra apenas a partir de outubro deste ano. Sinais direto da capital Parlamentares do G-16 ouvidos pela coluna já avaliavam como remota a chance de o recurso ser acolhido, mas decidiram protocolá-lo para enviar um recado ao Executivo: a maioria da Câmara segue insatisfeita com a gestão. Já vereadores da base classificaram o resultado como derrota do grupo e afirmam que Dalto passou a se alinhar à ala de esquerda da Casa.

Trinca de presidentes unida


Três ex-presidentes da Câmara de Vitória estiveram juntos durante a inauguração da estação do sistema aquaviário na Rodoviária da capital. Vinícius Simões (PSB), que comandou a Casa de 2017 a 2018; Leandro Piquet (MDB), 2023 a 2024 e Cleber Felix (Republicanos), de 2019 a 2020. Definição dele A possível aliança eleitoral entre o PL, comandado no Espírito Santo pelo senador Magno Malta, e o Republicanos, de Erick Musso, vai ser definida pelo senador, segundo contaram algumas lideranças republicanas  afirmaram a reportagem o que ainda não foi confirmado pelo Senador Magno Malta.
“A última palavra vai ser do Senador Magno Malta”, garantiu a fonte que passou as informações a reportagem. Nos bastidores, um dos objetivos de Magno é unificar a direita em torno do nome da filha, Maguinha Malta (PL), que é pré-candidata do partido ao Senado, em uma ùltima entrevista em Brasilia, Magno deixou Claro que dificilmente fará alianças com partidos de Esquerda.

Ex-vice-prefeito da Serra será candidato

O ex-prefeito da Serra Thiago Carreiro (União), que integrou a gestão de Vidigal (PDT) e tinha relações rompidas com o pedetista, deve ser o nome à Câmara para fazer contraponto a Serginho Vidigal (Pode).
Isso porque nem o vereador Agente Dias (Rep), nem o deputado estadual Pablo Muribeca (Rep) devem disputar o cargo, sobretudo se o deputado federal Evair de Melo (Rep) buscar a reeleição, e não o Senado.  Resta saber se Marcelo Santos (União), presidente estadual do partido, vai liberar Carreiro para apoiar Pazolini ao governo do Estado, o que muito difícil por Marcelo Santos esta enraizado com Casagrande e Ricardo Ferraço. A pergunta que fica é a seguinte? Será memso que o Senador Magno Malta irá se misturar com partidos de Esquerda, pelo que eles estão afirmando até parece ser verdade.
Categoria:

Deixe seu Comentário